Por vezes desconhecemos o verdadeiro valor de um momento até que se torne uma memória.

Temos o hábito de gravar em imagens os momentos importantes, e deixamos muitas vezes desvalorizados os dias "comuns" porque são simplesmente "mais um" e achamos que iremos sempre recordar-nos daqueles tempos. Mas e se não houver "mais um"? E se amanhã já não nos lembrar-nos?



Foram precisos 3 anos e 7 meses, um vírus e dois confinamentos para nos decidirmos a trazer os nossos filhos ao estúdio. E que parvoíce este hábito de procrastinar tudo aquilo que damos como garantido, de adiarmos para amanhã aquilo que achamos que não podemos fazer hoje. Mas ao fim de quase dois meses fechados em casa, tornou-se imperativo para nós que precisávamos de criar memórias e de as deixar gravadas de forma a que pudessem ser recordadas com carinho e alguma saudade.



E se já éramos pessoas simples, a realidade obrigou-nos a ir um pouco mais além.


O momento em que vivemos é duro, exigente, e coloca-nos à prova a cada dia que passa. Mas se houve coisa boa que este vírus nos trouxe, foi a capacidade de valorizarmos a nossa família, a nossa casa, o nosso bem estar e de nos cingirmos àquilo que é verdadeiramente essencial.








A vida não é perfeita mas fazemos o que podemos para que os nossos filhos tenham uma infância maravilhosa, da qual se possam recordar com especial carinho. Vivemos em função deles e da sua felicidade, e sabemos que não há nada de errado nisso.


Eles são a prova de que temos mais força do que alguma vez imaginámos.

Eles ensinaram-nos tudo sobre paciência, perdão e resiliência e são os nossos heróis!



Ah! E nos últimos minutos conseguimos finalmente a foto de família que tanto idealizámos!

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